30 de dez de 2011

JESUS RESSUSCITA DENTRE OS MORTOS


sexta, 30 de dezembro de 2011

JESUS RESSUSCITA DENTRE OS MORTOS


“...buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado;
ele ressuscitou, não está mais aqui...” 
Mc 16.6

Jesus nasceu numa manjedoura, cresceu numa carpintaria e morreu numa cruz. Aquele que andou por toda a parte fazendo o bem e libertando os oprimidos do diabo, foi preso, condenado, pregado na cruz e sepultado, mas ressuscitou ao terceiro dia. Seu túmulo foi aberto de dentro para fora. Os grilhões da morte não puderam retê-lo. Ele arrancou o aguilhão da morte e matou a morte com sua morte, pois ressuscitou dentre os mortos como primícia daqueles que dormem. Agora a morte não tem mais a última palavra.

A morte foi vencida e tragada pela vitória de Cristo. Jesus é a ressurreição e a vida. Aquele que nele crê não está mais debaixo do jugo da morte, o rei dos terrores, mas passou da morte para a vida. Não precisamos mais ter medo do amanhã, pois a morte não é o ponto final da existência. Caminhamos não para um túmulo gelado, mas para a gloriosa ressurreição. Receberemos um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, celestial, semelhante ao corpo da glória de Cristo. Podemos, então, dizer como Paulo: “Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro”.

ORE


Deus amado, louvado seja o teu nome, ó Senhor! Pois a morte já foi tragada. Não preciso mais temê-la. Cristo já a derrotou! Hoje, pois, tenho vida eterna nele. Em quem agradeço. Amém.

Que a paz e a graça do Senhor estejam com vocês.
Carinho e amor.
Fernanda.

28 de dez de 2011


28 de dezembro de 2011

Escolhas e consequências

Bill Crowder
Gálatas 6:1-10
Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. —Gálatas 6:7
Zacarias 5–8
Apocalipse 19
A devastação de gerações de homens, mulheres e crianças escravizadas é lembrada no Museu Internacional da Escravatura, na Inglaterra. O preço que pessoas inocentes pagaram pela ganância de outras é horrível — mas esse não foi o único custo. Em uma parede do museu, o ex-escravo e defensor de direitos humanos Frederick Douglass entalhou uma observação muito profunda; “Nenhum homem pode colocar uma corrente no tornozelo do seu próximo sem, finalmente, descobrir a outra extremidade amarrada ao seu próprio pescoço.” No ato de desumanizar os outros, desumanizamo-nos a nós mesmos.
O apóstolo Paulo expressou isso de outra maneira, ao escrever: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). As palavras de Paulo constituem um forte lembrete, para nós, de que as nossas escolhas têm consequências — e isso inclui a maneira como escolhemos tratar os outros. Quando escolhemos odiar, esse ódio pode retornar a nós na forma de consequências para as quais nunca conseguimos nos preparar totalmente. Podemos nos encontrar alienados dos outros, irritados com nós mesmos e cerceados em nossa capacidade de servir a Cristo de maneira eficaz.
Em vez disso, “…não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos […] enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos…” (vv.9-10).
As sementes que plantamos hoje determinam o tipo de fruto que colheremos amanhã.
Carinho,Paz e Amor
Fernanda  

12 de dez de 2011


12 de dezembro de 2011

Crescente beligerância

Bill Crowder
Filipenses 4:4-9
…se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. —Romanos 12:18
Oseias 9–11
Apocalipse 3
Em uma viagem recente, o comissário de bordo perguntou se eu viajava de avião com frequência. Quando respondi que sim, ele perguntou: “Você percebeu, recentemente, que as pessoas nos aviões estão se tornando cada vez mais beligerantes e agressivas?” Tive de confessar que concordava com ele. Começamos a conversar sobre o que poderia estar contribuindo para isso — coisas como o aumento da segurança nos aeroportos, custos mais elevados, menos serviços e uma insatisfação geral com as viagens. Como que para provar que estávamos certos, nossa conversação foi interrompida por um passageiro que se recusava a sentar-se em sua poltrona porque preferia a poltrona de outro passageiro!
Quando encontra raiva e beligerância, o seguidor de Cristo pode ser um pacificador. Paulo escreveu à igreja de Roma com o seguinte desafio: “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Romanos 12:18). O que isso significa? Apenas que precisamos controlar o que podemos controlar. Não podemos controlar as atitudes dos outros, mas podemos controlar a nossa reação.
O mundo necessita da paz que ultrapassa todo o desentendimento.
Carinho e Amor
Fernanda. 

17 de nov de 2011

AGARRADO


Quinta-feira 17 Novembro
A minha alma te segue de perto.
O Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim
(Salmo 63:8; Gálatas 2:20).

AGARRADO

Por causa dos terremotos na Turquia em 1999, algumas pessoas ficaram soterradas nos escombros de suas casas. Após vários dias foram resgatadas sãs e salvas. Entre elas estava um menino de cinco anos de idade que foi resgatado depois de oito dias. Extenuado e sedento, se agarrou ao seu salvador e não queria soltá-lo por nada, pois não confiava em mais ninguém.
Podemos comparar esse fato ao relacionamento do cristão com seu Salvador, Jesus Cristo. Cristo veio nos buscar em um mundo arrasado pelo pecado. Ele deixou a glória e assumiu a forma humana. Sofreu na cruz e aceitou morrer por seres cruéis para livrá-los da morte eterna.
Como podemos agradecer o nosso Salvador? Agarrando-nos a Ele e o amando acima de tudo. Entre os primeiros cristãos, um servo de Deus chamado Barnabé exortava os irmãos a “que permanecessem no Senhor, com propósito de coração” (Atos 11:23).
Maria Madalena é um belo exemplo disso. O Senhor havia expulsado sete demônios dela. Quando Ele morreu, ela O procurou, e ao não achar o corpo do Senhor Jesus na tumba, ficou desolada. Madalena necessitava de seu Salvador; não podia viver sem Ele.
Cristãos, agarremo-nos ao nosso precioso Salvador. Abra mão de tudo o que lhe impede de se apegar com amor Àquele que Se entregou por você.

12 de nov de 2011

MEDITAÇÕES SOBRE O PRIMEIRO LIVRO DE SAMUEL (Leia 1 Samuel 2:27-36)




Sábado 12 Novembro
Ai do mundo, por causa dos escândalos. Porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!
(Mateus 18:7).

MEDITAÇÕES SOBRE O PRIMEIRO LIVRO DE SAMUEL (Leia 1 Samuel 2:27-36)

Aos olhos do povo, a conduta dos filhos de Eli era vergonhosa. Mas, especialmente aos olhos de Deus, que desgraça isso trouxe ao Seu Nome! Hofni e Finéias (este tinha o mesmo nome que o fiel filho de Arão – Números 25:11) tinham sido nomeados para o sacerdócio e se aproximaram das verdades divinas. A responsabilidade deles era muito maior se comparada à do resto do povo; a nossa é ainda maior que a deles, pois temos privilégios altíssimos como filhos de Deus.
Eli, ele mesmo um homem piedoso, não sabia como impor limites aos seus filhos. Certamente ele tentou adverti-los (v. 23), mas lhe faltou firmeza. Alguns filhos às vezes consideram os pais muito severos. Eles deveriam pensar nas conseqüências dos atos de Hofni e Finéias, que não tiveram uma educação suficientemente severa. As conseqüências foram gravíssimas para o próprio Eli: sua família foi excluída do serviço do templo e seus filhos foram mortos. Um profeta foi encarregado de lhe dizer essa triste mensagem. O Novo Testamento afirma que, se os filhos de um servo de Deus não forem submissos e disciplinados, poderão minar todo o poder do ministério do pai (1 Timóteo 3:4-5).

Carinho, Amor e Paz.

5 de nov de 2011

Salvação





Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação.
Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações
(2 Coríntios 6:2; Hebreus 3:7-8).

HOJE É O DIA DA SALVAÇÃO

“Caindo a árvore para o sul, ou para o norte, no lugar em que a árvore cair ali ficará”, escreveu Salomão (Eclesiastes 11:3). Não acontece o mesmo com o homem? Se morrer em seus pecados, não poderá ressuscitar perdoado e justificado e, portanto, não entrará na casa do Pai.
Então se deve orar pelos que já morreram? Não, é muito tarde para os que descuidaram de própria alma quando estavam na terra e desprezaram a oferta de Deus. Se não quiseram receber o Senhor Jesus como Salvador quando estavam vivos, será que nós poderemos tomar essa decisão por eles? É compreensível que os desejos e as orações pelos mortos sejam expressões de um amor que quer se prolongar até depois da morte. Mas nossos sentimentos não devem dirigir nossos pensamentos. Em Sua Palavra, Deus fala de um “grande abismo” entre o lugar dos crentes e o dos incrédulos. Depois da morte é impossível passar de um lugar para o outro. A Palavra de Deus é contundente: “Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos” (Lucas 16:19-31). Temos as Escrituras que nos mostram o caminho, só cabe a nós segui-lo!
O Senhor Jesus também disse: “O Filho do homem tem sobre a terra poder de perdoar pecados” (Lucas 5:24). Este mundo, ondo Senhor Jesus cumpriu a obra de expiação e redenção, é o lugar determinado por Deus para que decidamos se queremos ser salvos.

Carinho e Amor.
Fernanda....

4 de nov de 2011

Seguir com dificuldade






4 de novembro de 2011

Seguir com dificuldade

David H. Roper
2 Timóteo 3:13-17
Toda a Escritura é […] útil. —2 Timóteo 3:16
Jeremias 32–33
Hebreus 1
O autor C. S. Lewis diz que os conceitos religiosos são como sopas — alguns são espessos e alguns são ralos. Existem, de fato, conceitos “espessos” na Bíblia: mistérios, sutilezas e complexidades que desafiam as mentes mais privilegiadas. Por exemplo, “Ele tem misericórdia de quem ele quer e também endurece a quem lhe apraz” (Romanos 9:18). Ainda assim, no mesmo volume existem pensamentos cristalinos: simples, atingíveis e facilmente compreensíveis. O que mais poderia ultrapassar a simplicidade da clara afirmação em 1 João 4:16, “Deus é amor?”
John Cameron, um escritor do século 15, sugere: “No mesmo prado, o touro pode comer grama… o pássaro pode coletar sementes… e um homem encontrar uma pérola; assim, na mesma Escritura encontram-se variedades para todos os tipos de condições. Nelas, o cordeiro pode vadear e o elefante, nadar; as crianças podem ser alimentadas com leite, enquanto homens mais fortes podem comer carne.”
Todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento são encontrados no Livro de Deus, a Bíblia — profundezas oceânicas que podem atiçar a mente mais sofisticada, e áreas superficiais que podem ser compreendidas por qualquer alma simples e honesta.
Por que hesitar? “Toda a Escritura é […] útil…” (2 Timóteo 3:16). Mergulhe nela!
Deus fala através da Sua Palavra — dedique-se a escutar.
Carinho e Amor 
Fernanda

30 de out de 2011

O pai da mentira...


30 de outubro de 2011

O pai da mentira

Joe Stowell
João 8:37-47
…Quando [o diabo] profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. —João 8:44
Jeremias 20–21
2 Timóteo 4
A influência de Satanás sobre a humanidade começou quando ele virou a cabeça de Adão e Eva contra Deus. Para influenciá-la, ele teve de mentir-lhes sobre Deus — e eles tiveram de cair no engodo. Naquele momento de definição, ele lhes mentiu sobre a bondade de Deus, a Sua Palavra e as Suas intenções (Gênesis 3:1-6).
Satanás continua fazendo seus velhos truques. Jesus disse que, quando o diabo “…profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso…” (João 8:44). Não nos deve, então, surpreender que, quando nossa vida é interrompida por problemas, o pai da mentira sussurre ao nosso ouvido, repentinamente, questionando a bondade de Deus. Quando somos instruídos a seguir Seus mandamentos, ficamos imaginando se, para começar, Sua Palavra é realmente verdadeira. Quando Jesus nos diz algo como: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra…” (Mateus 6:19), Satanás nos diz que vida boa é acumularmos aqui, fazendo-nos duvidar das boas intenções de Deus.
Nosso problema é que, como Adão e Eva, acreditamos nas mentiras de Satanás. E ao agirmos assim, comprometemos a nossa lealdade a Deus. E, nosso inimigo desliza para sua próxima tarefa, deixando-nos sozinhos para encarar os nossos arrependimentos e a percepção de que suas mentiras nos seduziram para nos afastar do nosso mais fiel e caro Amigo. A quem você tem ouvido ultimamente?
O poder de Satanás nem se aproxima do poder da Palavra de Deus.
Carinho e Amor
Fernanda

27 de out de 2011

Destrua a fofoca ignorando-a.



27 de outubro de 2011

Tolerância zero

Marvin Williams
Levítico 19:11-18
Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo… —Levítico 19:16
Jeremias 12–14
2 Timóteo 1
Quando Shayla McKnight se candidatou a um emprego numa editora on-line, ficou surpresa ao descobrir que lá existia uma política de tolerância zero para fofoca. Os funcionários são encorajados a confrontar uns aos outros, ao invés de fofocar sobre seus colegas. Funcionários pegos fofocando são repreendidos e, se continuam, são demitidos.
Muito antes deste tipo de política ter sido implementado por alguma empresa, Deus falou sobre Sua própria política de tolerância zero para fofoca e calúnia entre Seu povo (Levítico 19:16). Era proibido a conversa fiada que estúpida ou maliciosamente espalhasse boatos e fatos sobre outra pessoa.
Salomão afirmou que o falar mal dos outros podia ter efeitos desastrosos, pois trai a confiança (Provérbios 11:13), separa amigos íntimos (16:28; 17:9), envergonha e confere má reputação (25:9-10), e abastece perpetuamente as brasas de uma briga (26:20-22). Raramente as pessoas conseguem desfazer os danos que suas palavras falsas causaram ao próximo.
Peçamos ao Senhor que nos ajude a não nos engajarmos em falar mal de outros. Ele deseja que coloquemos uma guarda sobre a boca, para que em vez disso, falemos todo o bem que conhecemos sobre todas as pessoas.
Destrua a fofoca ignorando-a.
Paz seja em vós.
Fernanda

25 de out de 2011






Terça-feira 25 Outubro
E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus
(Romanos 8:28).

TUDO CONTRIBUI PARA O BEM DOS FILHOS DE DEUS

Romanos 8:26 diz que não sabemos o que pedir. Quando sentimos em nosso corpo e espírito como tudo está afetado pelo pecado, isso nos causa uma sensação de incapacidade e impotência que poderia nos levar ao desânimo. Então brilha essa pequena palavra do versículo 28 que contém um grande alento: “Sabemos”. Essa é a linguagem da fé. Quando vemos que tudo se corrompe ao nosso redor e em nós mesmos, podemos experimentar que para aqueles que amam a Deus, todas as coisas contribuem para o bem.
Que consolo é saber que Deus está além de toda a corrupção e deterioração. Às vezes Ele utiliza das dificuldades para enriquecer a vida espiritual dos Seus. Já não nos aconteceu algo horrível pelo qual tivemos de nos aproximar de Deus? Prestemos bastante atenção no que é dito aqui: “aos que amam a Deus”. Afirmar que todas as coisas contribuem para o bem, sem acrescentar mais nada, é mentira. Isso apenas é verdade para os que amam a Deus. É preciso deixar bem claro que amá-Lo é obedecer Seus mandamentos. Nosso amor por Deus fará com que jamais duvidemos dEle.
Enfermidade, desemprego, pobreza, defeitos físicos, acidentes, mortes… Deus utiliza todas essas coisas para que olhemos para Ele. “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais” (Jeremias 29:11). 

24 de out de 2011

Cristianismo.: Uma Alienação?







Segunda-feira 24 Outubro
Sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?
Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou
(Romanos 6:16; Gálatas 5:1).

CRISTIANISMO: UMA ALIENAÇÃO?

Muito se escreveu sobre as alienações da sociedade, ou seja, sobre tudo o que é considerado um obstáculo à liberdade. Dentre esses obstáculos, o cristianismo foi incluído, por ser o “ópio do povo”. Para combater essa “alienação”, vários países prenderam e mataram milhões de pessoas.
Jesus falou sobre a mais poderosa alienação de todas: a escravidão ao pecado. “Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (João 8:34). “Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo” (2 Pedro 2:19). Essa escravidão se manifesta de várias formas:
1)       Escravidão às paixões e cobiças que nos tornam dependentes;
2)       Escravidão às leis e regras morais, as quais na verdade são cadeias terríveis;
3)       Escravidão à opinião alheia, o que nos obriga a fazer todo tipo de concessão para manter nossa “boa imagem”.
Embora sendo escravo de um senhor cruel, o ser humano se crê livre. Jesus Cristo deseja lhe mostrar esse erro não para condenar, mas para oferecer a verdadeira liberdade. “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36). Ele é o grande Libertador porque “se deu a si mesmo em preço de redenção por todos” (1 Timóteo 2:6).

Carinho e Amor
Fernanda A. Ferreira


22 de out de 2011

MEDITAÇÕES SOBRE O PRIMEIRO LIVRO DE SAMUEL (Leia 1 Samuel 1:12-28)






Sábado 22 Outubro
(Filipenses 4:6-7).
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.
(Filipenses 4:6-7).

MEDITAÇÕES SOBRE O PRIMEIRO LIVRO DE SAMUEL (Leia 1 Samuel 1:12-28)

Deus não pode responder a orações que têm como objetivo somente a satisfação pessoal (Tiago 4:3). Se, ao contrário, nosso alvo for Sua glória, Ele jamais hesitará em nos responder (João 14:13). Esse foi o caso de Ana. Ela pediu um filho não para que ficasse egoisticamente com ele, mas para que se tornasse um servo de Deus “por todos os dias da sua vida”. O maior desejo dos pais cristãos é que seus filhos, desde a tenra idade, sejam consagrados ao Senhor Jesus. Jovens leitores cujos pais conhecem ao Senhor, sem dúvida, esse tem sido o pedido deles antes mesmo de vocês nascerem. Mas a resposta também depende de nosso desejo pessoal. Se, como Samuel, você tem uma mãe cristã que, dia após dia, o apresenta ao Senhor, você é privilegiado e tem uma grande responsabilidade.
Ana trouxe sua petição diante de Deus “pela oração e súplicas”, como Filipenses 4:6 nos exorta a fazer. E ela também mostrou moderação ao responder a Eli, que injustamente a acusou de estar bêbada. Daquele instante em diante, o rosto dela já não era mais triste. A paz de Deus lhe encheu o coração (Filipenses 4:7) antes mesmo que tivesse recebido a resposta á sua oração, o que não demorou a acontecer. “Pedido a Deus” é o significado do nome Samuel.


Amor e Carinho
Fernanda.

21 de out de 2011

Deus Está Sempre Acessível




Deus Está Sempre Acessível

Deus está sempre acessível! Nenhum tempo ou lugar nos separa da possibilidade de falar com o Senhor. Para encotrá-lo não há sala de espera em que tenhamos que passar horas angustiosas de incerteza. Uma visita ao médico muitas vezes exige paciência. Então surge logo a pergunta: durante quanto tempo terei que esperar? Quando chegará a minha vez? É desse modo que ficamos sentados nas salas de espera.
Não é assim com Deus. Com Ele, é bem simples – como está escrito em Hebreus 10.22:"aproximemo-nos..." Devemos exclusivamente ao nosso Senhor Jesus Cristo o termos esse acesso livre. A chave para ele é a fé: "aproximemo-nos..., em plena certeza de fé".Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11.6). Sem fé, obstruímos o caminho até Ele. Sem fé, não percebemos o acesso livre. Somente a visão de fé nos conduz com segurança até Ele. O aproximar-se dEle é ao mesmo tempo um passo de fé. Hebreus 4.16 nos exorta bem concretamente: "Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna."
Um grande problema entre nós cristãos é a passividade e a indiferença. Se não dermos passos bem concretos de fé em direção a Ele, Deus não agirá. Sem buscarmos conscientemente Sua presença, não receberemos ajuda.
Um dos encontros mais impressionantes com Jesus certamente está relatado na história da mulher curada da hemorragia. Ela era incuravelmente enferma. Sem dúvida, ela tinha passado muitas horas nas salas de espera dos médicos durante sua vida – em vão. Está escrito que ela tinha gasto todos os seus haveres com consultas médicas e que ninguém tinha podido curá-la – até que teve contato com Jesus. Em Lucas 8.44 está escrito de maneira tão simples: "veio por trás dele e lhe tocou na orla da veste..." O passo de fé dessa mulher enferma levou à sua cura completa.
Com isso não quero dar a entender que sempre tem que acontecer necessariamente uma solução física ou prática dos nossos problemas. Com certeza, porém, o Senhor nos liberta do problema. Pode ser que o problema em si continue existindo – mas não se trata mais do seu problema, e sim do problema dEle! Ele lhe ajudará, Ele pode curá-lo. Talvez Sua interferência não ocorra como você imaginou, mas com certeza ela lhe será útil para a eternidade, curando a alma e o espírito!
Esse acesso livre está sempre disponível. Vamos dar passos de fé e abrir a porta – e ficaremos impressionados com a glória da Sua graça. Ele, o Todo-Poderoso, fez tudo por nós – basta que nos manifestemos! (Peter Malgo - http://www.apaz.com.br)

Carinho e Amor
Fernanda A. Ferreira

19 de out de 2011

Abaixo-assinado INICIATIVA POPULAR SOBRE CRIMES DE TRÂNSITO QUE ENVOLVA A EMBRIAGUEZ AO VOLANTE

Abaixo-assinado INICIATIVA POPULAR SOBRE CRIMES DE TRÂNSITO QUE ENVOLVA A EMBRIAGUEZ AO VOLANTE

Investindo no futuro


19 de outubro de 2011

Investindo no futuro

Bill Crowder
Mateus 6:19-24
…ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam. —Mateus 6:20
Isaías 56–58
2 Tessalonicenses 2
Jason Bohn era um universitário quando ganhou um milhão de dólares ao fazer ponto com uma só tacada num jogo de golfe. Enquanto outros poderiam ter esbanjado aquele dinheiro, Bohn tinha um plano. Desejando ser um jogador de golfe profissional, ele usou o dinheiro como um fundo para o sustento e treinamento para aprimorar suas habilidades golfísticas. O dinheiro se tornou em investimento para o seu futuro — um investimento que se pagou quando ele venceu um importante torneio em 2005. A sua decisão em investir no futuro em vez de viver para o momento, foi muito sábia.
De certa maneira, é isso que Jesus nos chama a fazer. Ele nos confiou recursos — tempo, capacidade, oportunidade — e nós decidimos como usá-los. Nosso desafio é enxergar esses recursos como uma oportunidade para investir em longo prazo. “Ajuntai para vós outros tesouros no céu…” é o que Jesus disse em Mateus 6:20. Jesus nos assegura que esses tesouros protegidos não podem ser destruídos ou levados.
Pense em seus recursos: talento, tempo, conhecimento. Eles são temporais e limitados. Mas, se você investi-los olhando para a eternidade, estas coisas temporárias podem ter impacto duradouro. Qual é o seu foco? O presente ou a eternidade? Invista no futuro. Isso não somente terá impacto eterno, mas também mudará a sua maneira de enxergar a vida a cada dia.
As pessoas mais ricas da terra são aquelas que investem suas vidas no céu.



18 de out de 2011



Comece de novo todos os dias



E Jesus proclamava às multidões:
“Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará” (Lucas 9:23-24).
Nenhuma das declarações de Jesus recebeu tanta ênfase por parte dos quatro evangelistas (Mateus 10:38,39; 16:24,25; Marcos 8:34,35; Lucas 14:26,27; 17:33; João 12:25). Seguir a Jesus exige sacrifício, e Lucas destaca o aspecto da continuidade, ou seja, dia após dia, haja o que houver. A cruz era um instrumento de tortura e execução do império romano bem conhecido pelos discípulos. Quando Jesus associa o modo como os Seus discípulos deveriam segui-lo, certamente a imagem da cruz era bem clara para eles, e se tornou o ápice da mensagem do evangelho. Uma vida que vale a pena ser vivida é a que Jesus estava oferecendo e ainda oferece, no entanto, para isso Ele exige o abandono da antiga vida, do autocontrole e dos riscos calculados. Não acredito que algum esforço da minha própria vontade possa findar o meu desejo pelos riscos calculados. Estou certo de que Deus fará isso. No entanto, sei que não posso me acomodar e pensar que ocorrerá simplesmente sem fazer nada.
O agir de Deus em minha vida ocorrerá à medida que eu renunciar essa atitude de autocontrole e de preservação do meu estilo de vida, feito diariamente, a cada hora, a cada manhã, pois a cada viração do dia as minhas próprias vontades renascem e tentam retomar o controle. Sei que as minhas falhas serão perdoadas, mas as áreas que resistem à cruz são um empecilho à ação de Deus. Não há transformação de vida se não houver um trabalho contínuo e acumulativo de renúncia e entrega. Eu não posso gerar mudança, mas me torno disponível para o agir do Senhor, pois estou dizendo sim Senhor, estou aqui, estou disponível, vim para segui-lo. Enquanto tiver reservas, dificilmente conseguirei seguir realmente o Senhor. O renomado autor C. S. Lewis disse que: “Essa decisão, deve, ao meu ver, ser retomada a cada dia. Nossa oração matinal deveria ser:Da hodie perfect insiper — rogo que me concedas um novo recomeço sem falhas, já que eu ainda não fiz nada.” Concordo com o dr. Lewis, a minha oração de consagração, abnegação, dedicação, disciplina e absoluta obediência voluntária à Palavra de Deus deve ser constante e diária. Encerro esse devocional com uma conclusão brilhante de um grande pensador cristão, Frederick Buechner:
“Era o costume colocar adesivos em carros vistoriados que diziam: dirija com cuidado. Você pode salvar uma vida: a sua. Isso resume a sabedoria dos homens em uma única frase. Já o que Deus diz é: A vida que você salva é a vida que você perde. Em outras palavras, a vida a que você se agarra, que mantém, guarda e protege, no fim é uma vida que quase ninguém valoriza, nem você; a vida renunciada em nome do amor é a única que vale a pena ser vivida. Para destacar esse ponto, Deus apresenta um homem que abdicou da vida a ponto de morrer como desgraça nacional, sem um tostão no bolso ou alguém que pudesse chamar de amigo. Nos moldes da sabedoria humana, foi um perfeito tolo. E quem pensa poder segui-lo sem se fazer de tolo não está carregando uma cruz, mas uma mentira.”
Fui crucificado com Cristo. Assim já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim (Gálatas 2.19-20).
Que a cada dia seja um novo recomeço para mim e para você, em direção a cruz de Cristo, às intenções do coração de Deus, uma vida que realmente vale a pena ser vivida.
Carinho, Paz e Amor
Fernanda A. Ferreira.
http://ministeriosrbc.org/2011/05/27/comece-de-novo-todos-os-dias/

16 de out de 2011

O Direito Internacional e Jerusalém


O Direito Internacional e Jerusalém

A Bíblia ensina que Deus deu a terra de Israel ao povo judeu. Isso é repetido muitas vezes em toda a Escritura. O ponto de vista de Deus sobre esse assunto é o que, afinal, importa, uma vez que Ele, em algum momento no futuro, realizará Sua vontade. Se Deus diz alguma coisa, ela fica estabelecida; Sua determinação certamente virá a acontecer. Entretanto, é interessante observar que também o Direito Internacional está e sempre esteve ao lado do restabelecimento do moderno Estado de Israel. Além disso, o Direito também dá suporte à afirmação de que Jerusalém pertence aos judeus e que os árabes não têm direito legal de reivindicarem o local mais sagrado do judaísmo.

Jacques Paul Gauthier

O advogado canadense Jacques Paul Gauthier concluiu há algum tempo um projeto no qual trabalhou por vinte anos: esse cristão gentio pesquisou, no Departamento de Ciências Políticas da Faculdade de Direito Internacional da Universidade de Genebra, as questões legais relacionadas à propriedade de Israel e de Jerusalém. A tese de doutorado de Gauthier foi completada em 2007 e se intitula “A Soberania Sobre a Cidade Velha de Jerusalém”.[1]
O Dr. Gauthier demonstrou detalhadamente, em sua tese de mais de 1.200 páginas, a seguinte conclusão:
Após examinarmos os princípios do Direito Internacional relativos à ocupação beligerante, concluímos que Israel tem direito de ocupar os territórios que estão sob seu controle desde 1967, inclusive de Jerusalém Oriental e de sua Cidade Velha, até que um tratado de paz seja concluído.[2]
Como a publicação de Gauthier era uma tese de doutorado, ele teve que documentar meticulosamente cada uma das opiniões ou conclusões com fatos legais e históricos. Se os leitores [a banca examinadora] de sua tese não tivessem concordado com as informações contidas em seu trabalho, eles não teriam aceitado nem aprovado a tese de Gauthier. Isso significa que o trabalho de Gauthier é a opinião com a maior autoridade existente, cobrindo o status internacional da Cidade Velha de Jerusalém e da terra de Israel. Bem, e qual é a argumentação do Dr. Gauthier?

O Papel da Grã-Bretanha

Gauthier observa que a Declaração Balfour, de 2 de novembro de 1917, não possuía o status de Direito Internacional, pelo menos não quando foi emitida. Entretanto, ela se tornou a política oficial do governo britânico, que obrigava a Grã-Bretanha a buscar a fundação de um futuro Estado de Israel e a conceder-lhe o direito de tomar suas próprias decisões. O Reino Unido deu o próximo passo para a fundação do Estado Judeu quando o general Allenby tomou Jerusalém no dia 11 de dezembro de 1917, e depois o restante da Palestina (Israel).
No dia 3 de janeiro de 1919, Chaim Weizmann, que era o líder e o representante da Organização Sionista, por parte do povo judeu, reuniu-se com Emir Feisal, que representava o Reino Árabe de Hedjaz. Incluído no acordo aceito por ambas as partes estava a afirmação de que o povo judeu deveria ficar com a terra a oeste do rio Jordão e que a Cidade Velha de Jerusalém ficaria sob controle judeu.
A Conferência de Paz de Paris começou no dia 18 de janeiro de 1919, e durou cerca de seis meses, nos quais foram tomadas decisões relacionadas a novas fronteiras para partes da Europa e do Oriente Médio e estas receberam força de Lei Internacional. A Conferência foi composta pelas potências aliadas vitoriosas na Primeira Guerra Mundial. Eram as “Quatro Grandes”: Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Itália. Lorde Balfour representava a Grã-Bretanha. Foi durante o verão de 1919 que começou a ser expressada a oposição árabe contra o acordo Feisal-Weizmann. Como resultado, esse aspecto da Conferência foi protelado e nunca mais houve um acordo sobre ele. Não obstante, Balfour divulgou a seguinte declaração no dia 11 de agosto de 1919:
As quatro grandes potências estão compromissadas com o Sionismo. E o Sionismo, seja ele certo ou errado, bom ou mau, está enraizado em tradições seculares, em necessidades presentes, em esperanças futuras de importância muito mais profunda que o desejo e os preconceitos dos 700.000 árabes que agora habitam naquela antiga terra”.[3]
A Conferência de Paz de Paris terminou sem alcançar uma solução final no que se refere ao status da Palestina, muito embora tenha havido muita discussão a respeito do assunto.

A Conferência de San Remo

A eleição prometida para outubro de 1959, para determinar a quem Jerusalém pertenceria, nunca aconteceu. Não há dúvida de que a cidade teria votado em favor de Israel se a eleição tivesse sido realizada.
Uma reunião para tratar especificamente da negociação não terminada da Conferência de Paz de Paris teve início no dia 19 de abril de 1920, em San Remo, na Itália. Essa reunião teve a participação das quatro Potências Aliadas da Primeira Guerra Mundial, que foram representadas pelos primeiros-ministros da Grã-Bretanha (David Lloyd George), da França (Alexandre Millerand) e da Itália (Francesco Nitti), e também pelo embaixador do Japão, K. Matsui. A Resolução de San Remo, adotada aos 25 de abril de 1920, incorporou a Declaração Balfour de 1917, emitida pelo governo britânico. A Resolução de San Remo e o Artigo 22 do Estatuto da Liga das Nações, que foi adotada na Conferência de Paz de Paris aos 28 de abril de 1919, foram os documentos básicos sobre os quais foi elaborado o Mandato Britânico para a administração da Palestina. Foi em San Remo que a Declaração Balfour deixou de ser apenas uma declaração da política externa britânica e tornou-se Direito Internacional.
O Mandato Britânico foi totalmente implementado, após sua aprovação, pelo Conselho da Liga das Nações, no dia 22 de setembro de 1922. No entanto, quando as partes deixaram San Remo em abril de 1919, haviam decidido que o futuro Estado de Israel deveria ser constituído pelo que agora constitui o Reino da Jordânia, bem como por toda a terra a oeste do rio Jordão.
Depois de 22 de setembro de 1922, o que hoje é denominado Reino da Jordânia foi tomado da Palestina e tornou-se uma outra nação árabe. Esse foi o início da tendência que ainda está em vigor atualmente, de que Israel precisa desistir de mais terras a fim de obter a prometida paz. A realidade é que, cada vez que Israel desiste de um pedaço de terra, passa a ter ainda menos paz.

O Mandato

No dia 1º de julho de 1920, a administração militar britânica, que havia controlado a Palestina desde dezembro de 1917, foi substituída por uma administração britânica civil, que cobria toda a Palestina de ambos os lados do rio Jordão, tendo seu quartel-general em Jerusalém. O Mandato instruía a Grã-Bretanha a supervisionar a Palestina com o objetivo de estabelecer uma pátria para o povo judeu na Palestina. Na ocasião da publicação do Mandato, cria-se que não havia judeus suficientes naquela terra para que uma nação fosse estabelecida. Dessa forma, a Grã-Bretanha deveria supervisionar a imigração dos judeus para aquele lugar e, quando houvesse o número suficiente, a Palestina se tornaria a pátria do povo judeu. Todavia, de modo geral, a Grã-Bretanha obstruía o objetivo de desenvolver uma pátria judaica na Palestina.
Como a Liga das Nações foi dissolvida em 1946, a Organização das Nações Unidas (ONU), que havia sido fundada em 1945, começou a tratar da questão da Palestina. A Assembléia Geral da ONU aprovou uma Resolução de Partição (Resolução 181), em 29 de novembro de 1947. Essa resolução da ONU adotou o necessário status legal da Liga das Nações que era preciso para que Israel pudesse declarar sua independência em 14 de maio de 1948. Sob a Resolução 181, o território da Palestina foi dividido, parte da Palestina foi dada aos árabes, e o restante foi dado a Israel, exceto que Jerusalém deveria tornar-se uma cidade internacional. Gauthier diz:
O regime internacional especial para o corpus separatum que deveria ser estabelecido no dia 1º de outubro de 1948, ou antes desse dia, deveria permanecer em vigor por um período de dez anos. No final desse período, “os residentes da Cidade deverão ser (...) livres para expressar, por meio de um referendo, seus desejos quanto a possíveis modificações do regime da Cidade”.[4]
Os árabes rejeitaram a Resolução 181 e atacaram os judeus, o que resultou em um território maior para Israel quando a guerra terminou em 1949. A guerra pela independência de Israel também impediu que Jerusalém se tornasse uma cidade internacional. A eleição prometida para outubro de 1959, para determinar a quem Jerusalém pertenceria, nunca aconteceu. Não há dúvida de que a cidade teria votado em favor de Israel se a eleição tivesse sido realizada. Assim, todos os direitos legais da Cidade Velha de Jerusalém pertencem a Israel e aos judeus.

Conclusão

O trabalho de Gauthier, que pude ler apenas rapidamente, demonstra que tanto o território de Israel quanto a Cidade Velha de Jerusalém pertencem a Israel e aos judeus, com base nos padrões do Direito Internacional.
Quando os comentaristas aparecem na mídia hoje e começam a falar sobre como Israel está violando o Direito Internacional com sua ocupação, eles não têm absolutamente nenhuma fundamentação na verdade. Esses defensores da ocupação árabe do território judeu não têm base legal que os sustente. Entretanto, isso não parece incomodá-los, visto que estão na ilegalidade e muitos esperam, através da jihad (guerra santa), tomar o controle de Israel. A maior parte desses porta-vozes realmente não se importa com a lei, seja internacional ou outra qualquer.
Os fatos são que tanto a Bíblia quanto o Direito Internacional dizem que o território de Israel e o de Jerusalém pertencem ao povo judeu. O fato de que muitos da comunidade internacional conhecem essas informações não significa nada. Atualmente, as nações gentias estão em grande tumulto enquanto clamam cada vez mais pela exterminação da nação e do povo de Israel. Mesmo assim, a mão da providência de Deus restaurou Seu povo à sua terra embora ainda na incredulidade. Vemos aumentarem as atitudes ilegais das nações constantemente à mostra uma vez que elas certamente não crêem na Palavra de Deus, tampouco atentam para as ordenanças claras do Direito Internacional estabelecido pelo homem.
Portanto, será no final, assim como foi no início e durante toda a sua história, que Israel terá que ser salvo pela mão real de Deus, quando Ele interromper a história para salvar Seu povo. O ódio de hoje contra Israel é apenas um aquecimento para o verdadeiro calor da fornalha da Tribulação, da qual Deus redimirá a nação de Israel através da vinda do Messias. Embora a humanidade não reconheça Deus e Sua Lei, mesmo assim Ele a imporá um dia sobre a humanidade. Maranata! (Thomas Ice -Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center em Lynchburg, VA (EUA). Ele é conferencista internacional, autor de muitos livros e um dos editores da Bíblia de Estudo Profética.


Carinho, Amor e Paz
Fernanda A. Ferreira